Solo amado, pátria minha, teus braços cansados ainda embalam
Vi-te chorar por teus filhos e por homens que os maltrataram
A democracia em tua porta chegou, não escutou o ranger da tua dor
Hoje ofendem teu leito, teu peito sangra de tanto desamor
Pátria minha, minha amada, teu solo se estende secando
Tuas filhas não falam e chorando, sofre a ausência do avô
Porque à noite o zumbido dos negros rejeitam o milho e o ardor
A beleza ainda é vista com a amarela luz do teu rosto
E o azul dos teus cabelos toca as estrelas de um lindo adorno
O vestido verde mata, cobri teu corpo mestiço
És viva ó minha pátria, poucos reconhecem isso
Lutam por si e por ti dizem amar
Jogo mais limpo seria se em teu peito a lança entrasse
Veriam como tu os ama, mesmo que não a amassem.
11/10/2010
Flavia Mello
Vi-te chorar por teus filhos e por homens que os maltrataram
A democracia em tua porta chegou, não escutou o ranger da tua dor
Hoje ofendem teu leito, teu peito sangra de tanto desamor
Pátria minha, minha amada, teu solo se estende secando
Tuas filhas não falam e chorando, sofre a ausência do avô
Porque à noite o zumbido dos negros rejeitam o milho e o ardor
A beleza ainda é vista com a amarela luz do teu rosto
E o azul dos teus cabelos toca as estrelas de um lindo adorno
O vestido verde mata, cobri teu corpo mestiço
És viva ó minha pátria, poucos reconhecem isso
Lutam por si e por ti dizem amar
Jogo mais limpo seria se em teu peito a lança entrasse
Veriam como tu os ama, mesmo que não a amassem.
11/10/2010
Flavia Mello
